REACÇÃO (Parte II)

   6º- Como está o inquérito relativo à suspeitas de elementos policiais a trabalhar para empresas de segurança privada em discotecas?
Temos dois processos a esse nível. Um processo de inquérito que tem a ver com uma situação detectada antes destes últimos factos, por queixa de um gabinete de advogados, cujos clientes terão sido agredidos à porta de uma discoteca e haveria o envolvimento de um polícia nessas agressões. Temos depois um processo administrativo de acompanhamento das diligências da PSP na sequência da denúncia do dirigente da ASPP segundo a qual haveria polícias em actividades de segurança privada. Estão a decorrer.
    Como é que querem evitar que cenas destas não aconteçam? Somos das Forças de Segurança mais mal pagas da Europa, têm-nos retirado as poucas regalias de que dispúnhamos, o poder de compra está a diminuir, as taxas de juro aumentam de dia para dia, há Agentes que estão longe de casa e têm de alugar casa porque as esquadras não têm casernas, têm Esposa e Filhos para alimentar e a estudar, pagar transportes, refeições, agua, luz… onde é que está a qualidade de vida! O desespero financeiro faz com que se tenham de virar para algum lado! Era bom que recebêssemos todos o equivalente a metade do ordenado de um Ministro!      7º- O seu antecessor às vezes queixava-se que as polícias por vezes demoravam a acatar as recomendações que produzia...
As recomendações da IGAI não têm força vinculativa. No que me parece essencial o que tenho procurado fazer é propor ao Ministro que determine. E aí deixam de ser recomendações, mas ordens do Ministro. No que parece menos essencial, tenho dito o que penso dos assuntos. O espírito que tenho encontrado é de acatamento. Muitas vezes os problemas são provocados pela falta de meios. Por exemplo, aconteceu-me, várias vezes, recomendar que fossem encerrados determinados postos da GNR ou esquadras da PSP.  
(10) O caso da esquadra do Lagarteiro é flagrante. Não tem condições de trabalho para ninguém. É um contentor no meio de um bairro social para onde atiram tudo, desde lixo a "cocktails molotov". A utilidade social daquela esquadra não é nenhuma. Precisa de ser redimensionada. Mas neste tipo de bairros, quase guetos, a ausência da entidade policial representa a ausência de autoridade de Estado. Portanto, mesmo naquelas condições, não de pode tirar aquela esquadra sem ter uma alternativa. Mas isso tem a ver com as prioridades da Direcção Nacional da PSP e com os meios disponíveis.    (10) Fechar a esquadra porque não tem utilidade social e funciona num contentor sem condições! E ninguém se preocupa com a construção de uma esquadra em condições. Se se poupasse noutras coisas certamente o dinheiro apareceria para a construção de uma Esquadra com condições. (Realmente! O que é que é atirarem lixo e uns inocentes cocktails molotov? São só miúdos na brincadeira! Não liguem! Se um dia arder uma viatura ou um Agente sofrer queimaduras esse Agente ainda merece um processo disciplinar pois não tinha nada que se pôr à frente!)    8º- Tem tido sempre um discurso anti-securitário... acha que essa atitude serve para dar uma resposta adequada ao crime violento de hoje em dia, como o terrorismo ou a criminalidade transnacional?
A melhor resposta é a de Espanha, no julgamento do atentado do 11 de Março. É um julgamento feito "by thebook", segundo as regras comuns. Não houve um tribunal especial. Foi condenado quem tinha de ser e absolvido quem tinha de ser, segundo as regras aplicáveis a qualquer cidadão. A questão é ter leis e execução de leis adequada. Não podemos ter leis a responder à violência com violência. A violação dos direitos ou a supressão de garantias é geradora de ressentimento, com efeitos negativos, no futuro, para as comunidades.
    Se cá em Portugal fizerem um Julgamento “by the book” a um caso como o 11 de Março em Espanha eles saem todos em liberdade com esta Lei que temos actualmente em que cometem o mesmo crime umas cinco vezes e não lhes acontece nada!    O ideal mesmo, seria dar penas pesadas aos criminosos e não pô-los em liberdade com precárias a meio do cumprimento de uma pena e ainda dando-lhes umas palmadinhas nas costas! Os nossos presos neste País vêem muita televisão, fazem muita ginástica (como nos filmes! AMERICANOS) acho que toda essa energia devia de ser canalizada em prol da sociedade que eles de certa forma “prejudicaram” aplicando-a na construção de infraestruturais estaduais. Utilizando como exemplo a construção de uma cadeia no tempo do Salazar! O antigo regime podia ter tido aspectos negativos, mas devíamos adoptar alguns aspectos positivos!    9º- O que mais o surpreendeu durante o seu mandado?
Positivamente há duas coisas a realçar: um grande culto de serviço, vontade de servir bem e os casos de altruísmo assinalável.
(11) Propus ao MAI que se crie um prémio de boas práticas policiais, que assinale, pelo menos, uma vez por ano, este espírito. Pondo o tom nesta questão de direitos humanos e cidadania. Negativamente: a recorrência às situações patológicas que já referi, em que as instituições mesmo reconhecendo que há anormalidades, têm dificuldade em absorver as boas práticas. (12) A desconsideração no atendimento aos cidadãos parece-me intolerável, assim como também é intolerável a complacência com esse tipo de situações por parte dos comandos e chefias. Outra preocupação que tenho é que desde que estou na IGAI mantêm-se os rumores que continua a corrupção na fiscalização do trânsito. (13) Tenho algumas dúvidas sobre este modelo de polícia-cobrador, ainda que me pareça que a corrupção tenha mais a ver com a atitude no momento da fiscalização, que na altura do pagamento. Há aqui trabalho a fazer, principalmente com as chefias intermédias que devem estar atentas aos sinais.    (11) Boas práticas Policiais ou o Engraxador do ano? É que tenho vindo a constatar ao longo dos anos que quem se esforça e trabalha só recebe “coices de mula”, quanto aos louvores, menções honrosas, reconhecimentos e outras vão para os secretários e chefes de xafaricas! Será que o segredo está na diferença entre uns fazerem por vezes horas a mais porque por azar surgiu um serviço mais delicado para resolver e o de passar um dia inteiro numa sala a fumar e a falar mal do trabalho daqueles que se esforçam?...    (12) Provavelmente as coisas não são bem assim! Ninguém começa a “disparatar” com outra pessoa por dá cá aquela palha! Quantas vezes é que acontece entrarem no serviço de atendimento a descarregar palavrões e ameaças para cima do OPC que lá está por causa de terem sido autuados por uma patrulha que se encontra na rua e esse Homem que está de atendimento não tem conhecimento dos factos e tem que engolir desaforos de um desconhecido? Acontece inúmeras vezes! Há casos extremos do Homem de atendimento ser agredido e ameaçado verbalmente e por vezes até fisicamente! Perante estes factos querem que se fique impávido e sereno? Por debaixo da farda está um Ser Humano, não se pode esquecer disto!    (13) Neste aspecto também tenho que concordar! Pessoalmente sinto-me mal a fazer este tipo de serviço que envolve o mexer com dinheiro e não serei o único com toda a certeza! Para mim esta modalidade de pagamento de Autos de contra ordenação na hora é uma das formas que o Estado arranjou de cobrar dinheiro rapidamente para tapar aquele malfadado buraco no orçamento! No entanto não são eles que se sujeitam a ouvir aqueles comentários habituais do género; “- Já lá vai comer um almocinho à minha conta!”, “- Já leva a carteira recheada!”, “- Como é que eu sei que você não fica com o dinheiro?”, entre outras que custam a engolir!    10º- É verdade que não vai a festas da PSP e da GNR?
Isso foi outra coisa que também me surpreendeu negativamente. A multiplicação de rituaise de liturgias caríssimas. As festas das unidades, dos comandos, etc., etc.. Vou ao dia da polícia e ao dia da Guarda nos Jerónimos. Vou às Escolas. Percebo mal o dinheiro que se gasta na multiplicação destas comemorações. (…)
    Estou de inteiro acordo com esta parte, no âmbito em que se fala tanto em contenção de despesas e se gastem rios de dinheiro em festas e cerimónias alugando-se lindas cadeiras douradas para as altas entidades, aparelhagens de som, empenhem-se Homens e viaturas que fazem falta no terreno e ainda que se corte uma artéria movimentada de uma localidade para as ditas cerimónias. E depois nessas alturas é tudo rosas e esquecem-se que o pé da roseira tem espinhos, ele é tudo devidamente uniformizado, viaturas novas e tudo alinhado, enfim, uma falsa realidade!        Em Resumo;  A conclusão que tiro disto tudo é que o Sr. Inspector Geral da Administração Interna andou a estudar a GNR e a PSP e só viu defeitos e escaparam-lhe as virtudes! Para o Sr. Não somos mais do que simples actores a representar para um filme de Cowboys.      No entanto há uma dúvida que me assombra a mim e a muitos; só os membros da GNR e PSP é que estão mal? Será que a PJ é constituída por membros perfeitos?      A meu ver esta entrevista só vai fazer com que estes dois ramos das Forças de segurança caiam em descrédito para com o cidadão que não está a par da situação e que olhará com descrédito para com os Agentes em campo, originando ao desrespeito que vai originar conflitos! Já tivemos vários exemplos vividos no passado que acho que seriam de avaliar para evitar que se repitam, pois quem veja os defeitos há muito, mas quem veja as virtudes…     O problema de quem dá estas opiniões é o nunca se ter visto numa situação de aperto perante uma multidão, um assalto, um tiroteio, aí sim, ninguém tem tempo para pensar em Cowboyadas!

Tuesday 27 November 2007 20:01


REACÇÃO (Parte I)

     É com um grande agrado que vou aqui postar a primeira parte, ou seja, metade de uma reacção á entrevista do Inspector Geral da Administração Interna ao Jornal EXPRESSO.Leiam pois tem algo de interessante que o Sr Inspector se esqueceu!

 

   Em reacção à entrevista feita pelo Jornal o Expresso de 26 de Novembro 2007 e depois difundida pelos Telejornais transmitidos nos canais nacionais na qual o Sr. Inspector Geral da Administração Interna prestou declarações,  a reacção pessoal e da grande maioria dos Colegas Órgãos de Policia Criminal  que acompanharam a entrevista que no Jornal como na televisão é de grande desagrado, pois acaba por ser como que uma declaração e um atestado de incompetência a todos nós que todos os dias nos esforçamos para defender os Cidadãos e manter seguras as nossas ruas face à onda de crimes violentos que se têm vindo cada vez a registar com mais frequência  nos quais também as nossas Famílias estão em risco de ser afectadas. Ao ajudar aquele determinado cidadão que se dirige a nós a fim de pedir um esclarecimento ou solicitar a nossa ajuda é como se prestássemos auxílio a um nosso Familiar directo, pois o Cidadão precisa de nós e nós precisamos do Cidadão e todos nós temos plena consciência disso.     Feita uma leitura atenciosa ao artigo publicado vou aqui enumerar alguns registos dignos de reparo na qual vou juntar a respectiva transcrição.    1º- E que boas práticas se refere?
Um exemplo que me preocupa muito, e que
(1) vem das inspecções sem aviso prévio que temos feito, é no atendimento ao cidadão. (2) Há por aí muita impertinência, muita intolerância, muita impaciência da parte da polícia. O que significa incompetência. E isso cria no cidadão uma representação da polícia que se calhar não tem a ver com a substância da intervenção policial. Acho isto intolerável. (3) E ainda mais intolerável é a atitude das chefias, de alguma tolerância face a estes comportamentos.    (1) Inspecções feitas? As que assisti e tenho conhecimento foram mais inspecções de caligrafia e papelada do que de comportamento. Preocuparam-se mais com os livros de registo porque tinham uma mancha na capa e uma palavra ou outra rasurada do que por qualquer outra coisa!    (2) Será bem assim? Com certeza se assistiram a situações um pouco mais acesas por parte do OPC e Cidadão é porque algo se passou! Quantas vezes um Agente é confrontado com atitudes de arrogância de Pessoas que se julgam Socialmente superiores e nos tentam tratar abaixo de cão! Não se esqueçam que debaixo da farda está um Ser Humano com sentimentos…     (3) Isso dever-se-á a uma profunda compreensão do leque de situações que um OPC vive no seu dia a dia. Possivelmente essa tolerância deve-se ao facto dos mesmos já terem passado ou continuarem a passar por essas inúmeras dificuldades no dia a dia! Por vezes tem de sentir na pele para se dar o respectivo valor, e não é só chegar e descarregar opiniões sem se saber o que estará por detrás de certas atitudes.    2º- Mas há certamente problemas mais graves, como as mortes causadas em perseguições policiais...
Sem dúvida. Problemas mais graves temos na área de intervenção da GNR com perseguições policiais iniciadas por motivos que me parecem inadequados, como
(4) por exemplo, por passar um sinal vermelho ou desobedecer a uma ordem de paragem numa operação stop. As forças policiais devem ter consciência que as perseguições policiais criam uma adrenalina própria e geram muitas vezes asneira. Temos tido a esse nível casos recorrentes. Não há uma endemia, há uma patologia. Casos isolados. Mas a repetição de casos isolados preocupa-me. (5) Nos últimos dois anos, na GNR registaram-se sete dos 10 mortos em perseguições...    (4) por passar um sinal vermelho ou não obedecer á ordem de paragem de um Agente? E o resto que está por traz? Esqueceu-se ou não tem conhecimento?    (5) Porque fugiram? Decerto há alguma razão plausível para que tal tenha sucedido? Seria simplesmente falta de carta? Seguro? Não me parece!    3º- (6) Há cerca de um ano, em reacção à morte provocada, precisamente, por um militar da GNR, numa perseguição policial, afirmou que "às vezes mais vales deixá-los fugir". Essas declarações não foram muito bem recebidas pela Guarda que sentiu a sua autoridade ameaçada. Ainda pensa assim?
Penso. Tem que se fazer a avaliação das situações. Não podemos ter como resultado de uma infracção de trânsito a pena de morte. A passagem de um sinal vermelho não pode ser punida, sem intermediação de um tribunal e sem direito à defesa, com a pena de morte. Até porque a própria perseguição gera perigos. Num meio urbano há terceiros que podem ser atingidos. E isto é inadmissível. Uma coisa é perseguir um indivíduo que se sabe que acabou de cometer um homicídio, outra é perseguir alguém que cometeu uma infracção de trânsito ou uma desobediência.Acho, como disse na altura, que a autoridade não se defende a tiro.      (6) Será que já reparou que todos os que fogem têm sempre um motivo? Seguem aqui alguns exemplos; Furto, Homicídio, Rapto, Condução Ilegal, Fuga de Estabelecimento Criminal, Fuga de Local onde se registou recentemente alguma ocorrência de certa forma violenta tais como agressões com arma branca, arma de fogo ou outra, etc.     Quanto á Afirmação “ás vezes mais vales deixá-los fugir” a meu ver é um pouco vergonhoso para quem está no terreno e para quem assiste de fora! Faz-nos parecer frouxos! Para não falar daqueles ditados internos de que “o melhor serviço é o que fica por fazer!”, “Quem foge nãoquer guerra!”, “Deixa-o ir que já vai longe!”, etc.    4º-   (7) Na prática, apertam o gatilho com mais facilidade que a PSP?     Sobretudo porque isto fica no subconsciente. Quando é adquirido na zona "verde" da formação, quando as pessoas estão em crescimento pessoal, profissional e até psicológico, ficam com estas regras interiorizadas, depois arrasta comportamentos. Não sei mesmo se a GNR não devia pensar em formar os seus próprios oficiais. Sei que não é fácil fazer essa comutação. Até porque a GNR não está, neste momento, em condições de perder a ligação aos valores militares puros. (8) Não me parece que neste momento estejamos em condições para avançar para uma "civilização" da guarda.    (7) Será que já repararam nos milhares de armas que se apreendem por ano e que são exibidas nos telejornais? Será que já deu para comparar essas armas com as que os elementos das Forças de Segurança têm consigo durante o serviço? Será que têm consciência de que quem tem essas armas não hesitará em utilizar as mesmas? Creio que já tivemos alguns exemplos! De certo que ninguém quer sofrer o destino daqueles dois Jovens PSPs que foram baleados á porta da discoteca por um cidadão Brasileiro que tinha um arsenal numa casa no Alentejo. Viram as armas que ele tinha?...    (8) Muito sinceramente não sei o que quis dizer concretamente com “civilização” mas não me agradou muito a expressão.    5º- O seu antecessor defendia que se devia ir no sentido do exemplo britânico... mas ainda recentemente foram adquiridas (9) 40 mil pistolas muito mais potentes para equipar do simples patrulheiro às unidades especiais...
Confesso que também gosto da imagem britânica. Maso modo de intervenção policial tem de estar adequado ao tipo de criminalidade. Não se pode ir trabalhar para Campo de Ourique como se vai um bairro problemático. Devia haver formação especializada, por exemplo, para quem vai trabalhar para os bairros problemáticos. Há saberes que se têm de adquirir. A criminalidade violenta não pode ser combatida com bisnagas de gás pimenta. Mas isso tem a ver com as conjunturas dos países e com a formação cívica das populações. No nosso caso acho que o cidadão ainda vê muito a representação da autoridade na visibilidade da pistola. Sente-se mais seguro e sente a necessidade de respeitar.
   (9) Quando a pessoa que está a entrevistar se refere a 40 mil pistolas “muito mais potentes” está a referir-se ao quê? Será que ninguém lhe explicou que o calibre das armas é o mesmo de 9mm e o que muda mesmo é o facto das armas serem novas e ter outro formato? É que quem é leigo pensa que os OPCs vão passar a andar com aquelas metralhadoras rotativas como nos filmes! O que seria de todo aceitável após sermos rotulados de COWBOYS e de vermos muitos filmes!...     Em conclusão a este ponto no artigo em que o Sr. Inspector confessa gostar da imagem britânica, faz-me pensar que se julga numa História do País das Maravilhas e que se esquece que a Polícia Britânica funciona bem assim porque têm uma Força de Intervenção bem preparada quer tacticamente quer em meios Humanos e que não andam com viaturas presas com “elásticos e fita cola”!

 

Tuesday 27 November 2007 19:56


INSPECTOR DO IGAE DE ANGOLA

     Vejam as semelhanças que existem entre um Inspector do IGAI Português e um Inspector do IGAI Angolano e depois digam-me quais são naquele espacinho dedicádo aos comentários!

     Conseguiram descobrir?

Monday 26 November 2007 22:08


E ASSIM NASCEU O NOVO VOCABULÁRIO!


    Numa das minhas "Pesquisas no Emule" descobri esta já "VELHINHA" canção da Adelaide Ferreira em que julgo que tenha sido um dos primórdios introdutórios da linguagem Mitra Portuguesa. Quem quizer pode aproveitar e cantar em Karaoke e no fim disto tudo aprender com a minha interpretação da letra!

 

  Vai o Meu, estáva á tôa                         (Na altura ainda não existia GPS)

  e apareceu a Judite                                (Devia de ser alguma amiga)

 a cena passa-se em Lisboa                     (Razão da falta do GPS- Cidade complicáda)

 e o Meu ía tendo um Flip!                       (Com tanta doença nova! Deve ser mais uma)

 Cena má, Cena Boa,                               (Algum filme Português... Enfim!)

 Ó que cena tão Chique!                           (Uma cena mais picante! Sexo por exemplo!)

 

   ô Íê, Íê, Íê!                                           ("E é! E é! Confirma-se, afinal!)

 

 Saio pela cidade fora                              (Eu tambem quando lá vou quero é sair para fora!)

 entre becos e esquinas                            (Aquilo é um autêntico ninho de cucos!)

 a mona sempre á nora                             (Depois admiram-se da Policia lhes dar nos córnos!)

 sem saber onde parar,                            (Pudera! Só carros estacionádos em 2ª fila!)

  E a vida não é canja                              (Discordo! Pois ainda há lá sítios onde se come bem!)

 para quem foge nas horas de ponta!       (Sai-se de uma entra-se noutra!)

 

LISBOAaaaaaaaaaaaa!                          (Realmente dá vontade de gritar!)

 

Tem muito transito! Tem muito transito!  (Uma grande verdade!)

Tem muito transito tem!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Teeeeeeeeeemmm!

 

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito tem!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Teeeeeeeeeemmm!

 

 E a minha descontraída,                            (A minha de quem e o quê?)

 numa zona ao ataque!                              (Chelas? Amadora? Cova da Moura?)

 Estáva á espera do chaval                        (Chaval? Cavalo! Já existiam os taxis!)

 para lhe dar o saque!                                (Deve ser de Abrantes! Chamam saque a um saco!)

 Vem aí a ramona,                                    (É outra amiga!)

  E agora vai tudo de cana!                       (No tempo em que os Profs. davam com as canas nos alunos!)

  Ólalré!                                                   (QuÊ?)

  E a minha pôs-se a milhas,                      (Traduz em quilómetros.)

 Mais parecia um Jumbo Jet,                     (Que é essa merda? Jumbo Jet?)

 com os penantes a todo gás,                    (Agora é que estou confuso!)

 esta vida é um frete!                                (Ora aí está o Taxi! A fazer um frete!)

 Ter que dar á sola,                                   ()

nas horas de maior ponta!                        (Terá algo aver com o VIAGRA?)

 

 LISBOAaaaaaaaaaa!                             (Parece que sim!)

 

Tem muito transito! Tem muito transito!   (Já sabemos! Não é novidade!)

Tem muito transito tem!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Teeeeeeeeeemmm!

 

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito tem!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Teee  eee  ee ee  eemmm!

 

(INSTRUMENTAL)

LISBOAaaaaaa!!

(INSTRUMENTAL)

 

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito tem!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Teeeeeeeeeemmm!

 

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito tem!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Teee  eee  ee ee  eemmm!

 

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito tem!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Tem muito transito! Tem muito transito!

Teeeeeeeeeemmm!                                        (Brevemente poderá haver mais!)

 

     Se acharem que estou errado, digam!

Tuesday 20 November 2007 23:09


MUDAR É BOM!

    Porque é que as coisas têm sempre que ser iguais e seguir sempre a tradição? Há que mudar! Inovar! Sair da velha rotina! Só assim fica na nossa memória aquilo que foi um bom principio de uma relação!... Eis um exemplo! De certeza que a Rapariga nunca vai esquecer!

Tuesday 20 November 2007 22:59


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