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De Bradar aos Céus  Inserido Wednesday 30 July 2008 22:53

     Mandaram-me o artigo seguinte por E-Mail;

GNR com processo-crime por recusar lavar pratos
( DN. 25/07/2008 )

Lisboa. Recusou-se a lavar pratos e a limpar o chão da cozinha do Regimento de Infantaria da GNR. Um agente de 24 anos enfrenta, por isso, um processo-crime por ter desobedecido a um superior hierárquico. Noutra instituição só enfrentaria um processo disciplinar. Na GNR a justiça é militar Um agente da GNR, de 24 anos, foi alvo de um processo-crime, instaurado pela instituição, por se ter recusado a lavar os pratos e a limpar o chão da cozinha no Regimento de Infantaria, em Lisboa. Ao afirmar que ingressou naquela força de segurança para realizar outro tipo de serviços, que não aquele, um oficial constituiu--o arguido, com o termo de identidade e residência (TIR), e enviou o auto de notícia para o Ministério Público que vai agora avançar com a investigação. O porta-voz do Comando-Geral da GNR disse ao DN ter tido conhecimento apenas de um processo disciplinar ontem aberto. ( ... ) Neste caso, trata-se de um jovem de 24 anos, novo na profissão, mais corajoso, que terá manifestado a sua indisponibilidade para se submeter ao "vexame e à humilhação de fazer a faxina quando havia aderido à instituição com outras expectativas. Se quisesse lavar pratos teria ido trabalhar para um hotel". Este tipo de atitude consubstanciou uma desobediência a um superior hierárquico. Numa outra instituição pública daria aso, eventualmente, a um processo disciplinar. Mas, a GNR tem natureza militar, estando sujeita ao código de justiça militar. Uma desobediência é considerada crime, mesmo em tempo de paz (ver caixa). Agora, cabe ao MP averiguar se, de facto, foi praticado um crime e, no caso afirmativo, deduzir acusação e enviar para julgamento. ( ... ) O agente arguido está integrado no Regimento de Cavalaria. Tal como ele, também outros são escalados para fazer faxina no Regimento de Infantaria. Já vários ministros da Administração Interna, nomeadamente o anterior, António Costa, têm vindo a defender que os polícias são para andar na rua. Mas, pelos vistos, tudo permanece na mesma.O porta-voz do Comando-Geral da GNR, tenente-coronel Costa Lima, disse, ao DN, ter tido conhecimento da instauração de um processo disciplinar, sem, contudo, negar a existência do processo-crime.
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E assim contínua a Guarda Nacional Republicana moderna, apostada em "dignificar" os seus quadros, atribuindo funções de faxinas aos Guardas. Guardas estes, nos quais o Estado português investiu o dinheiro do erário publico na sua formação para serem agentes da autoridade -policias, para zelarem pela segurança dos cidadãos, não para lavarem pratos e serem aprendizes de sapateiro, alfaite e de outros ofícios que nada têm a ver com a missão da Guarda.
Os Chefes militares que vêm do exército comandar a GNR, ainda não compreenderam que esta atitude de pôr os Guardas a lavar pratos, fazer limpeza e outros serviços de "mulheres a dias" é indigna para um agente da autoridade. E mais, é humilhante e frustrador de legítimas expectativas, adultera a personalidade do próprio Guarda e a imagem da GNR, podendo dizer-se até, que lesa o estado e os cidadãos, porque retira muitos patrulheiros das ruas, que tanta falta fazem para prevenir e combater o crime.
A ASPIG já fez saber a quem de direito, que é urgente por fim a estas aberrações, que envergonham os militares que diariamente nas cidades, vilas, aldeias e estradas dão a cara pela Guarda.
ASPIG/GNR
 
E eu a dizer que há Postos com menos de 5 militares no efectivo, deve ser por causa ou dos pratos ou dos procesos criminais, ou seja a culpa é das fabricas de loiça, não produzirem plástico reciclavel ou, a culpa é dos Tribunais, que estão a julgar policias (gnr) em vez de lhes darem notificações para eles darem aos criminosos e em vez de estarém a julgar criminosos!
 

Que importa perder a vida
em luta contra a traição,
se a Razão mesmo vencida,
não deixa de ser Razão?

 

Sei que pareço um ladrão...
mas há muitos que eu conheço
que, não parecendo o que são,
são aquilo que eu pareço.

 

Eu já não sei o que faça
p'ra juntar algum dinheiro;
se se vendesse a desgraça
já hoje eu era banqueiro.

 

Para não fazeres ofensas  

e teres dias felizes,

não digas tudo o que pensas,

mas pensa tudo o que dizes.

 

ETC...

 António Aleixo

 

     É por coisas assim que este País não vai para frente, em vez de fazer segurança são postos a lavar pratos e a distribuir correio...! E isto não acontece só na GNR!... Mas enfim!...

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